Processos complexos. Software simples.
Transformamos processos complexos em software simples.
01 — Do processo ao sistema
Você entrega o processo como ele está. Recebe um sistema que se opera sem manual.
Por trás
O sistema guarda as regras: alçadas, prazos, exceções e histórico. Ninguém precisa decorá-las.
Na frente
A pessoa vê a solicitação, o que já foi resolvido e a próxima ação. Sem manual.
O processo é complexo. O software não precisa ser.
02 — Abordagem
Quatro etapas, sempre nesta ordem.
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01
Entender o processo real
Acompanhamos quem executa o trabalho e mapeamos o processo como ele acontece, com as exceções incluídas.
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02
Modelar regras e dados
Cada regra vira uma definição explícita, e cada informação ganha um único lugar para existir.
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03
Construir o sistema
Desenvolvemos sobre esse modelo, em entregas curtas que a equipe do cliente valida no uso real.
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04
Simplificar a interface
Retiramos da tela tudo o que precisa de explicação, até que ela possa ser usada sem manual.
03 — Princípios
Seis critérios aplicados a cada tela que entregamos.
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01
Transformar processo em sistema
O ponto de partida é o trabalho que já existe, não uma tela imaginada.
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02
Organizar através do software
O sistema dá ordem ao processo: cada etapa tem responsável, prazo e registro.
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03
Interface limpa e evidente
Cada tela mostra o que importa agora. O resto espera a sua vez.
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04
System design universal
Os mesmos padrões em todo o sistema: quem aprende uma tela já sabe usar as outras.
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05
Menos dúvida, menos suporte
Quando a própria interface responde à dúvida, ninguém precisa abrir um chamado.
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06
O sistema resolve o complexo
Cálculos, validações e exceções ficam a cargo do software, não de quem o opera.
04 — Manifesto
Complexidade organizada se chama simplicidade.
05 — Contato
Do processo ao sistema.
Conte qual processo da sua organização precisa virar sistema. A primeira conversa serve para entender como ele funciona hoje.